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26 de dez. de 2010

ENTREVISTA com Karin Luize,

de Florianópolis/SC.



O que de mais importante o skate te trouxe até hoje?
Algumas amizades boas, e as que não são boas, foram para aprender que nem tudo são rosas e que nem todo mundo vai te ajudar.

Alguma história marcante?
Quando comecei andar de skate, torci meu pé feio e no fim precisei operar, fiquei um ano sem andar, depois tive que começar praticamente do zero.



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15 de dez. de 2010

ENTREVISTA com Luana Ribeiro,

de Monte Mor/SP.

"E aquela velha pergunta, do que o skate feminino precisa?
O skate feminino Precisa do reconhecimento... Precisamos ser respeitadas... Sem preconceitos! Somos iguais a qualquer outro menino, podemos fazer as mesmas coisas. A única coisa que muda é o sexo! Porque somos de carne e osso como eles! Somos capazes de andar como qualquer outro menino!"

17 de nov. de 2010

ENTREVISTA com SARA TRINDADE,

de Ribeirão Preto/SP.




Participa de campeonatos?
Raramente! Tipo este ano não corri nenhum que eu me lembre, rs, mas este mês vou correr a última etapa do Circuito Paulista da Switch Skt Shop.

Manobras Preferidas?
Flip e Fs Rockslide sempre!




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14 de nov. de 2010

Jéssica Florêncio de volta ao Brasil

Ela passou praticamente um mês nos EUA, realizou seu sonho. Andou de skate com meninas que até então ela tinha apenas visto em vídeos. Participou do “Super Girl Jam” PRO, subiu no pódio (3º Lugar). E conta pra gente que um dos momentos mais inesquecíveis dessa viagem foi ter andando no The Berrics, e na Volcom Roadhouse, duas das pistas mais cobiçadas do mundo! Isso e muito mais aqui. Imperdível!



Você passou quanto tempo nos EUA?
Fui no começo de Agosto e voltei no começo de Setembro.

Qual foi sua primeira impressão ao chegar?
Fiquei um pouco perdida, mas foi emocionante em saber que meu sonho tinha se realizado.

E as diferenças do skate feminino brasileiro pro de lá?
As meninas de lá tem um nivel mais forte, acredito por terem pistas com diversos obstáculos e mais apoios e patrocínios...

Fiquei sabendo que ao voltar pro Brasil a primeira coisa que fez foi se matricular num curso de Inglês, é verdade? Rsrs.
Hehe, foi sim... Sempre planejei fazer um curso antes de ir, mas nunca me preocupei pois pensava que iria demorar realizar esse sonho, e pensava, tantos skatistas que foram sem saber falar inglês que não devia ser difícil... Mas ao chegar lá me senti totalmente perdida por não falar nada... E quando voltei pro Brasil não fiz outra coisa a não ser me matricular.



Como foi participar do SuperGirlJam e da West Coast Tour?
Foi emocionante poder correr com meninas de nomes, hehe... E o resultado foi mais do que o esperado, aquela pista com obstáculos diferentes dos daqui... Alguns até altos demais, mas não pensei em outra coisa a não ser me jogar, hehe!

E os eventos? (Organização, premiação)
O evento com uma ótima organização, fornecendo água, lanches... Um local muito bom e uma boa premiação em dinheiro coisa que aqui no Brasil no Feminino é difícil de acontecer.



Como você vê o Brasil agora depois de voltar do paraíso?
Bom eu amo o Brasil, mas pra um skatista sobreviver do skate tem que ir pra lá pois lá é mais valorizado do que aqui, as pistas, os picos perfeitos, sem dúvidas.

Pensa em voltar pra lá? Quando?
Penso sim... Quero ir no mês de Junho/2011 para poder participar de mais campeonatos e fazer um curso de Inglês enquanto estiver por lá.



E quais são seus planos por aqui?
Bom, pretendo treinar pra evoluir cada vez mais e poder participar de alguns campeonatos em outros Estados pra conhecer mais o Brasil e depois ir pra Califórnia mais preparada... 

O que falta pro skate daqui na sua opinião?
Incentivo das marcas para atletas, pistas melhores, campeonatos de qualidade e não em quantidade.



Cite um dos momentos mais inesquecíveis dessa viagem.
Bom, ter participado do Super Girl e ter subido no pódio, ter ido pra San Francisco na
tour com as meninas, ter andado no Berrics e na Pista da Volcom...

Como foi andar de skate com as meninas que antes você tinha apenas visto em vídeos?
Foi bem legal elas são muito brincalhonas e andam muito.







5 de out. de 2010

ENTREVISTA com MARIANA BENNATON,

de Pindamonhangaba/SP.


Alguma história marcante?
Histórias não, mas momentos sim. Quando a Petala veio pra cá, quando vi a Fânia em SP, quando encontrei a Sâmela aqui em Pinda, 
quando acertei meu primeiro ollie na pirâmide e meu primeiro varial. Foram coisas que marcaram.


E aquela velha pergunta, do que o skate feminino precisa?
De pessoas que de fato acreditem nele. Pessoas que incentivem as meninas a andarem independente do nível de manobras. 
Incentivar não somente as que mandam manobras "cabulosas", mas também aquelas que tão aprendendo. O skate pode ser muito divertido para qualquer uma.


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